ARQUIDIOCESE
de Pouso Alegre

Plano de Ação Evangelizadora 2017 - 2020 - por Jorge Andrade Jr


A Arquidiocese de Pouso Alegre entregou aos fiéis no dia 20 de novembro os resultados da 9ª Assembleia de Pastoral. O Plano de Ação Evangelizadora orienta os trabalhos pastorais para os próximos quatro anos (2017 – 2020). A apresentação do Plano de Pastoral ocorreu na Catedral Metropolitana, às 10h30, durante uma missa presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom José Luiz Majella Delgado – C.Ss.R., e concelebrada por diversos padres do clero arquidiocesano. Representantes das paróquias participaram da Eucaristia.

“O Plano de Ação Evangelizadora não é um subsídio optativo para ser usado por quem quer que seja ou deseja. Ele é o documento oficial para conduzir-nos todos a um serviço de comunhão pastoral, condição fundamental para o testemunho do nosso discipulado missionário”, escreveu Dom Majella na apresentação do documento.

O objetivo geral assumido pela Arquidiocese ficou: “Evangelizar com alegria, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como discípulos missionários, acolhedores, proféticos e misericordiosos, alimentados à mesa da Palavra e do Pão, à luz evangélica da opção preferencial pelos pobres, em diálogo com a sociedade em constante transformação, para formar uma igreja viva, rumo ao Reino Definitivo.

E as prioridades para ação pastoral foram: Comunidade de fé a serviço das famílias; Comunidade de fé em estado permanente de missão; Comunidade de fé a serviço da vida plena para todos. Como condição fundamental para a realização destas prioridades está a formação permanente e a pastoral orgânica.

O documento está dividido em quatro capítulos: I) Evangelizar a partir de Jesus Cristo; II) Formamos a Igreja viva; III) À mesa da Palavra e do Pão, somos alimentados e enviados em missão; IV) Implementação das Prioridades pastorais;

“’Estamos num tempo novo, de mudança’, e não podemos insistir em pastorais repetidas. O que pretendemos é que o Plano de Pastoral busque a promoção da pastoral orgânica e garanta a sua unidade para a Equipe Central de Pastoral (ECP), o Conselho Arquidiocesano de Pastoral (CAP), o Conselho Setorial de Pastoral (COSEPA), o Conselho Paroquial de Pastoral (CPP), as Comissões Arquidiocesanas de cada Prioridade (Missão, Família e Vida Plena), o Secretariado Arquidiocesano de Pastoral e todos os Coordenadores e Representantes das Pastorais, Movimentos e Comunidades Eclesiais da nossa Igreja Particular”, escreveu o Arcebispo.



A Assembleia Arquidiocesana

Todo o processo da 9ª Assembleia Arquidiocesana de Pastoral teve início em março de 2015, com o momento do encantamento. As lideranças das comunidades, pastorais e movimentos tiveram contato com a história da Arquidiocese de Pouso Alegre, retomando os trabalhos e as ações evangelizadoras.

O segundo momento, que foi o do “ver”, ocorreu entre os meses de abril e maio de 2015, quando cada comunidade paroquial retomou e avaliou o último projeto pastoral, que vigorava até então. De julho de 2015 a fevereiro de 2016, houve o momento do “iluminar”, quando as lideranças de cada comunidade das paróquias puderam estudar temas dentro de quatro eixos: Comunidade eclesial; missão sacerdotal; missão profética; e missão pastoral. Depois dos estudos houveram as assembleias paroquiais e setoriais.

O momento do “agir” foi celebrado em abril de 2016, quando o clero e leigos se reuniram para a Assembleia Arquidiocesana em Pouso Alegre e foram definidas objetivos e prioridades pastorais.

“Um Plano Arquidiocesano visa objetivos concretos e acessíveis, mesmo que mantenha o horizonte amplo da ação pastoral evangelizadora e missionária. Por isso, o Plano Arquidiocesano de Pastoral ‘caminho de pastoral orgânica, deve ser resposta consciente e eficaz para atender às exigências do mundo de hoje com indicações programáticas concretas, objetivos e métodos de trabalho, formação e valorização dos agentes e procura dos meios necessários que permitam que o anúncio de Cristo chegue às pessoas, modele as comunidades e incida profundamente na sociedade e na cultura mediante o testemunho dos valores do evangelho (DAp 371)’” , finalizou o Arcebispo Metropolitano.

Publicado no dia 04/03/2017